Fiquem de olho! Sempre estou postando set no meu podcast.
Google-Translate-ChineseGoogle-Translate-Portuguese to FrenchGoogle-Translate-Portuguese to GermanGoogle-Translate-Portuguese to ItalianGoogle-Translate-Portuguese to JapaneseGoogle-Translate-Portuguese to EnglishGoogle-Translate-Portuguese to RussianGoogle-Translate-Portuguese to Spanish

Nedu Lopes participa de final de batalha mundial de DJs, Red Bull Thre3style

quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O mineiro Nedu Lopes representará o Brasil pela segunda vez consecutiva no Red Bull Thre3style, a Batalha de DJs, na final mundial da competição, que acontece em Vancouver, Canadá entre os dias de 11 a 18 de dezembro.
No Brasil, a final nacional que sagrou Nedu campeão foi realizada diz 22 de outubro em São Paulo, no Beco 203. No total, seguem para o Canadá finalistas de 19 países como Espanha, Austrália, Colômbia, Índia, Dinamarca, França, entre outros. Com um set pensado nos mínimos detalhes, Nedu teve a pista na mão durante toda a sua performance na final nacional – que durou exatos 15 minutos, como manda a regra para cada participante. Neste período, o DJ tocou reggae, drum n bass e até, o ainda pouco conhecido, Moonbathon, gênero de música eletrônica inspirada no caribenho reggaeton e que vem ganhando cada vez mais fãs pelo mundo. Como é a Batalha de DJs: Cada DJ tem 15 minutos para apresentar um set que misture três estilos diferentes a sua escolha (Dub, Hip Hop, House, Rock, Eletro, Funk, entre outros). Em cada etapa, os jurados irão avaliar o desempenho dos DJs a partir dos quesitos seleção musical, criatividade, habilidade, presença de palco e resposta do público.
Confira abaixo um bate-papo com o campeão brasileiro; que começou a carreira de DJ aos 15 anos tocando em festas de amigos, e não parou mais.

ENTREVISTA – DJ Nedu Lopes
Quais são as suas expectativas para o World Final Week do Red Bull Thre3style no Canadá?
Nedu Lopes: A minha idéia é fazer o que no ano passado eu fiz e deu certo, além de apostar nos hits que são sucesso no mundo inteiro. Em 2010, foi difícil derrubar o dono da casa em Paris (em 2010, o campeão foi o DJ francês kArve).
Como você avalia a interação com o público durante o seu set na final nacional?
NL: É difícil de avaliar, pois você não consegue ver o público o tempo todo e está super concentrado no set. No geral, tive uma boa impressão, porém não consigo dizer se a reação que provoquei no público foi melhor ou pior do que a gerada pelos outros DJs.
O que você considera decisivo na sua apresentação para ter conquistado mais essa vitória?
NL: Acho que foi a evolução do set. Procuro fazer um set que conte uma historinha, sempre com começo, meio e fim. Iniciei com um rap nacional, depois com um rap internacional e fiz muito mash up. Comecei com 82 bpm e terminei com drum n bass, que são 175 bpm.... Se for para destacar um momento, eu toquei Moonbathon que é um tipo de reggaeton mais puxado para o house, de um DJ chamado Datsik, e que está fazendo muito sucesso na Europa.
Quais são as novidades que você pretende preparar para o set da final deste ano?
NL: Minha ideia é levar sets variados para não ser surpreendido por outro concorrente que possa tocar as mesmas músicas que eu.
Como ficou sua carreira após sua participação na Batalha de DJs?
NL: Ter participado de um evento mundial da Red Bull me trouxe muita visibilidade. Além disso, a experiência de trocar informações com outros DJs do mundo todo foi ótima. Até hoje converso com o DJ que disputou no ano passado representando a Colômbia e também com o que representou a Inglaterra na final mundial de 2010.
Para você qual é o maior desafio nesta competição?
NL: O maior desafio é dominar a pista, pois ao contrário dos outros campeonatos que são mais técnicos, no Red Bull Thre3style a animação do público também conta pontos. E, por esse motivo o Thre3stlye emocionalmente também exige mais.
Qual é o seu trunfo para conquistar a pista?
NL: Fico muito atento ao público. A pista muda o tempo todo, às vezes, muda até de um horário para outro. Então, me concentro para perceber o momento certo para cada música.
Conte sobre o seu processo de criação para os sets do Red Bull Thre3style.
NL: Começo criando uma história. Não, na verdade acho que as pessoas precisam ser surpreendidas o tempo todo na pista. Então, como fiz na final brasileira deste ano do Red Bull Thre3style, começo tocando um ritmo mais leve como rap e finalizo com Drum’n Bass ou Dubstep, ou seja vou subindo as batidas.

0 comentários:

Postar um comentário