Os desabafos da musa Pop viram sucesso em “Rated R”

Rihanna
O debut na indústria fonográfica desta bela morena de olhos verdes nascida em Barbados aconteceu com “Music of the Sun”, em 2005, que conquistou a atenção do público com o primeiro single “Pon de Replay”. Apenas um ano mais tarde, chegava ao mercado “A Girl Like Me”, disco que emplacou “SOS” e “Unfaithful”. E não demorou muito para que o terceiro disco da carreira trouxesse sucesso atrás de sucesso, como “Disturbia”, “Don’t Stop The Music” e “Hate That I Love You”, que lhe renderam 6 milhões de cópias vendidas pelo mundo.
Com a carreira profissional deslanchando perfeitamente bem, a história desta cantora não é um típico conto de fadas. Com seu nome consagrado no mundo Pop, em fevereiro de 2009 ganhava as manchetes dos jornais de todo o mundo a violência que sofreu pelo então namorado, o também cantor Chris Brown. Às vésperas da cerimônia do Grammy Awards, ela foi agredida pelo rapper e, com performance agendada ao evento, não compareceu. Dias depois do ocorrido, começou a circulação de fotos da artista com o rosto repleto de hematomas. O namoro terminou, mas como algumas das letras das canções que seu quarto álbum podem traduzir, esses problemas pessoais serviram de inspiração para a composição do disco e resultaram em mais um trabalho de sucesso.
Em “Rated R”, Rihanna aparece muito mais madura do que no penúltimo CD, com uma pegada de som mais radical, faixas menos dançantes e letras que, nas entrelinhas, vão de um desabafo meio depressivo a um “tapa com luva de pelica” na face do ex-namorado.
Confira a matéria completa
na edição 156 da Revista DJ Sound








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